Segundo dia do Dragão Fashion Brasil agrada os espectadores
O segundo dia do Dragão Fashion Brasil, começou com o desfile do estilista vencedor do II sinditêxtil design, Lázaro de Souza apresentou uma coleção inusitada, toda baseada nas nuances do nude e feitas com lycra, elastano e 100% algodão. Com o tema “árida flor” Lázaro soube usufruir dos materiais presentes em sua coleção, bojos, decotes diversos, franjas e vários trançados feitos de macromê, ganharam ainda destaque os detalhes em metal dourado e a volta das pantalonas nas produções e os maxi volumes.
Também nota-se os maxi volumes na coleção “Nó. Destino” do esperado desfile da Conexão solídária por Lindebergue Fernandes, temos a impressão de que entramos em um armarinho dos anos 1960, as peças em 100% algodão, chitas, linho estruturado e cambraias quase transparentes são uma explosão em meio as renda renascença, rechiliê,ponto-cruz, crochê e renda irlandesa tudo isso em reverência as mulheres do interior do nordeste.
Esquecendo a imagem do branco das rendas os looks vem cheio de cores vibrantes e com acessórios maximalistas, meia-patas em madeira e couro de bode tudo produzido por 31 comunidades espalhadas por nove estados do nordeste.
Mas quem chamou a atenção pela dinâmica do desfile foi a Athos por Léo Macedo, por ter sido o único desfile até então com uma banda na passarela dando vida aos looks de moda masculina, os modelos entravam ao som de nirvana e desfilaram produções de street style regado a muito xadrez, jeans e malha. Coletes e coturnos vieram para ficar e fizeram parte da coleção do começo ao fim, bolsas de couro e barras da calça dobradas na altura dos tornozelos.
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